depois da massagem da madrugada, um choque: o tal homem morreu. não me senti mal por motivos específicos, mas acabo sempre me sentindo incomodada com fatalidades.
perdi meu medo de morrer. sinto-me afoita por benefícios e, talvez, esteja os tendo. voltei a sentir prazer em todas as suas nuances. mentalizo diariamente que não é legal se sentir como uma gata com uma bola de seus próprios pêlos entalados na garganta. o número 38 permanece justo e bonito em mim. mesmo não sendo esse o final de meus sonhos anorexígenos, eu decido parar. eu VOU parar.
por mim.
quinta-feira, 12 de março de 2009
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